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SUYEN MIRANDAUnindo Conhecimento e Competência para Qualidade de Vida com Produtividade e Sustentabilidade para o Mercado Corporativo |
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A frase acima foi decisória na minha
história profissional: meu primeiro emprego realmente alinhado com minha
formação e com um salário respeitável foi disputado numa seleção das boas, e
dentre as diversas entrevistas numa delas disse algo que sempre me pareceu
muito claro: Economia é psicológica. Embora fosse um tempo de alta inflação, eu
pensava (e continuo assim) que o movimento da economia depende muito de como é
a percepção das pessoas. A economia pondera que o valor está não
no objeto em si, mas no que ele representa para um grupo social. Vou mais
longe: a economia pessoal revela o que a pessoa considera ser o valor. Um bom
exemplo é como algumas pessoas lidam com o que, para elas, realmente importa,
que pode ser o tênis da moda ou o sentimento de um dinheirinho bom no banco.
Cada um responde ao estímulo econômico de forma diferente. Mas há muitos que usam o recurso
financeiro, e portanto conduzem seu desenho econômico conforme seus humores,
num sistema de compensações. Se alegres, consomem mais para celebrar; se
tristes, consomem mais para diminuir a dor e pesar. Poucas são as equilibradas
que podem celebrar consigo mesmas, tendo a si como principal pessoa a partilhar
a vitória, ou que digerem a tristeza sem estourar a conta bancária. Sabem que
virá o dia de amanhã e dinheiro algum conseguirá pagar o pesar natural da vida,
das derrotas que podem dar origem às vitórias. Crianças atualmente reagem ao estímulo econômico também como adultos, esperando compensações. Se houver a compensação digerem mais fácil tanto o esperado quanto o inesperado. Mas a compensação pode ser interna ou vinda da fonte maior de satisfação, as emoções. Ainda há tempo para repensar a relação dinheiro-compensação. Mais importante é que cada um saiba
como seus humores influenciam e movimentam a roda da economia para si e
inclusive para os que o cercam. Aprendemos por exemplos, e reproduzimos no
nosso cotidiano, inconscientemente. Ter a consciência, mesmo que eventualmente,
de como economia é psicológica transforma-se no primeiro passo para compreender
o jogo interno lógico-emocional que cada um de nós traz, e perpetua para si e
para quem mais vier à frente. Pense nisso!
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